Blog escrito por alguém que teve que ir de Coimbra para Lisboa para ter emprego, e pretende dar conselhos sobre como sobreviver nesta cidade e viver esta cidade.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Vou deixar Lisboa... para passar a ir à cidade diariamente
Pois... é isso mesmo! Vou sair de Lisboa! Mas vou ir e vir diariamente para trabalhar e voltar a casa.
Pois... é que vou deixar de viver nos Olivais, em Lisboa, para ir viver mesmo ao lado na Portela, mas já no concelho de Loures. Vou-me tornar num suburbano.
Sobre os Olivais que vou deixar, deixo-vos este vídeo sobre a construção dos bairros desta freguesia.
Pois... é que vou deixar de viver nos Olivais, em Lisboa, para ir viver mesmo ao lado na Portela, mas já no concelho de Loures. Vou-me tornar num suburbano.
Sobre os Olivais que vou deixar, deixo-vos este vídeo sobre a construção dos bairros desta freguesia.
terça-feira, 27 de dezembro de 2016
O grave problema do estacionamento nesta cidade III
Já anteriormente mostrei o problema que pode ser estacionar o carro nesta cidade mas aparece sempre uma ou outra coisa que acaba por surpreender (e geralmente não pela positiva).
Tive necessidade de me deslocar ao Parque das Nações e como era feriado não julguei que me tivesse que preocupar com a questão do estacionamento. Qual foi a minha surpresa quando ao estacionar o carro verifico depois que a sinalização de estacionamento pago indica o mesmo para os dias de segunda a sexta-feira. Ora, o feriado em causa situava-se nestes dias, pelo que a interpretação da sinalização indicaria que também nesse dia se cobraria o estacionamento pois o que está em causa é ser um dia entre segunda e sexta-feira e não ser um dia útil ou não, o que poderia legitimar uma autuação nesse dia por falta de pagamento. Ao ver os outros veículos verifiquei que uns tinham o bilhete mas a grande maioria não tinham. Acabei por arriscar e não paguei. Felizmente quando voltei ao carro verifiquei que nada aconteceu.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Lisboa barata IX
No mesmo local onde pude beber uma ginjinha e um café, um pastel de Tentúgal e um café, ambos a preços convidativos, pude também beber um café e comer um babá (excelência da doçaria francesa que também é possível encontrar num outro estabelecimento em Belém conhecido por uma outra iguaria mas neste caso da doçaria portuguesa) por 1,20€.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
O grave problema do estacionamento nesta cidade II
Já coloquei anteriormente um artigo neste blog sobre o problema do estacionamento nesta cidade. Vou colocar mais um e acredito que não será o último.
Neste artigo vou falar no estacionamento no bairro onde eu vivo, a Encarnação, que não deve ser confundido com a freguesia da Encarnação, também em Lisboa mas que nada tem a ver com este bairro que fica na freguesia dos Olivais, a uns bons quilómetros de distância.
Devido à sua localização junto ao aeroporto, e não tendo parquímetros, é um bairro muito procurado por quem vai ao aeroporto para estacionar as viaturas. Acontece que muitos habitantes deste bairro não gostam muito disso, e colocam uns contentores do lixo em locais onde o estacionamento é legal de modo a marcarem aqueles lugares como seus, mesmo não havendo sinalização a corroborar com isso. Claro que qualquer pessoa pode tirar esses contentores e estacionar a sua viatura sem que isso dê origem a qualquer coisa, mas irá saber, como um colega meu de trabalho aprendeu depois de sair do trabalho, que isso dará origem à necessidade de pintar o carro devido aos riscos provocados na pintura do mesmo.
Neste bairro também já vi uns carros que mesmo estando estacionados ilegalmente não estavam a incomodar ninguém já que do lado do passeio onde se encontravam não existem habitações (estou-me a referir ao lado nascente da Rua dos Eucaliptos que poderão ver nas imagens de satélite do Google que não tem habitações) mas isso não evitou que os mesmos fossem bloqueados, muito provavelmente devido a alguma chamada telefónica de algum vizinho que nesse dia acordou menos bem disposto que nos muitos outros dias em que outros fazem o mesmo sem consequências.
Noutros dias já verifiquei um carro estacionado após um claro sinal de proibição de estacionamento devido à presença de uma paragem de autocarros e num entroncamento, sem que o mesmo tivesse tido um simples papel no para-brisas.
Apesar de tudo até me considero com sorte por um dia, quando ainda não morava neste bairro e usava o mesmo para estacionar o carro para ir para o trabalho, alguém me avisou de que no local onde estava a estacionar o carro o não poderia lá ter por ele não estar lá bem e me dizer para procurar outro lugar de modo a não ser rebocado. Este ao menos avisou.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
O problema do trânsito nesta cidade
O problema com o trânsito nesta cidade é algo que já vem de há décadas e que se pode explicar por várias razões: expansão populacional e espacial, suburbanização, mau planeamento e insuficiente serviço de transportes públicos.
No meu local de trabalho o ódio a certos horários de trabalho deve-se muitas vezes não ao horário em si mas ao facto muitos deles implicarem deslocações entre casa e trabalho e em sentido oposto em horas de ponta. Este problema, que no geral os lisboetas concordam já ter sido pior há mais de 10 anos atrás, tem-se agravado nos últimos tempos devido às obras que estão a ser feitas nos principais eixos viários para o centro da cidade (e em simultâneo).
Em baixo, uma fotografia por mim tirada ao trânsito no Campo Grande junto ao cruzamento com a Avenida do Brasil, num final de tarde de um domingo.
quarta-feira, 23 de novembro de 2016
domingo, 20 de novembro de 2016
Coisas que se vêem por cá: a bola de Berlim sem creme
Há uns anos atrás (em 2004, mais propriamente) fiquei surpreendido ao ir a um café perto do Palácio de S. Bento e ao pedir uma bola de Berlim ter sido avisado pela empregada que aquelas bolas de Berlim eram sem creme, o que agradeço ter feito e me fez na altura escolher outra opção. Uma bola de Berlim sem creme?! Que estranho que aquilo me soou.
Mas pelos vistos, tendo em conta o que fui entretanto ouvindo de outras pessoas, seria algo muito restrito à cidade de Lisboa e arredores pois era das tais coisas que surpreendiam quem vinha de fora, fosse qual fosse a sua origem geográfica. As grandes cadeias de supermercados entretanto espalharam as bolas de Berlim sem creme pelo resto do país mas não deixa de ser algo tido como estranho (quando não é mesmo colocada em causa o ser apropriado chamar-se bola de Berlim a este produto, pese embora as bolas realmente de Berlim também não sejam iguais às bolas de Berlim em Portugal) fora de Lisboa.
Aproveitar a oferta cultural: o Museu da Marioneta
No antigo Convento das Bernardas, perto do Museu Nacional de Arte Antiga e não muito longe da Assembleia da República, fica o Museu da Marioneta. Este museu tem expostas várias máscaras cerimoniais ou teatrais, assim como diversos tipos de marionetas oriundas de diversos pontos do mundo.
Tem entrada livre todos os domingos de manhã.
sábado, 19 de novembro de 2016
Obrigar as pessoas a pagarem por coisas que tinham antes sem pagar
A vida nesta cidade não é propriamente a coisa mais doce que se possa ter. Para além do problema do trânsito, do serviço insuficiente de transportes públicos, dos passeios ocupados por veículos estacionados e do custo de vida, outra coisa que caracteriza esta cidade (e que está a ser seguido por outras cidades) é o estar-se a fazer as pessoas pagarem por coisas que anteriormente tinham de forma gratuita, sem que se dêem alternativas a ter que se acabar por pagar por isso.
Nesta fotografia por mim tirada nos Olivais Sul, perto da Gare do Oriente, vê-se um terreno sem qualquer construção ou relvado, e que servia para muita gente estacionar o carro perto do Parque das Nações sem ter que estar sujeita aos parquímetros omnipresentes nessa zona, e eu que o diga já que muitas vezes utilizei esse terreno para estacionar o carro sem ter que pagar a parquímetros ou a arrumadores. O estacionamento nesse terreno não prejudicava ninguém (a não ser quem quer toda a gente a pagar parquímetros) já que não estamos propriamente a falar de um passeio ou de um espaço de relvado mas sim de um terreno completamente sem estar a ser usado.
Muitas vezes acontece estes terrenos serem vedados com o fim de construir edifícios ou de se fazerem passeios, mas neste caso pura e simplesmente colocaram-se pilaretes à volta para impedir que os carros possam entrar nesse terreno, para além de ter sido colocada uma camada de terra que fará com que caso algum carro que consiga entrar fica com as rodas enterradas na mesma.
Sinceramente, eu não gosto de ver carros estacionados em tudo o que seja baldio mas também não gosto que se tenha que estar a pagar por toda e mais alguma coisa que se poderia ter de forma gratuita, nomeadamente quando se está a falar numa cidade onde muita gente se vê com dificuldades em conseguir chegar com algum dinheiro no fim do mês e a alternativa de se deslocar nos transportes públicos não é realmente uma alternativa. Neste caso pura e simplesmente trata-se de fazer as pessoas sentirem-se obrigadas a pagar para estacionar, tenham ou não tenham dinheiro para isso. E já antevejo que quem não se pode dar a esse luxo comece a estacionar nos lugares gratuitos que (por enquanto) existem nos Olivais, o que irá provocar descontentamento entre os moradores da zona que assim irão ter que competir para terem um lugar onde estacionar em frente da sua morada (o que é compreensível).
sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Aproveitar a oferta cultural: as galerias romanas de Lisboa
Por meados de Setembro todos os anos costumam ser abertas ao público para visitas as galerias romanas situadas por baixo da Rua da Prata, em plena Baixa Pombalina. Sendo uma das artérias mais movimentadas da cidade, o que implica o corte do trânsito já que o acesso às mesmas se faz no meio da estrada e através de uma entrada que é pouco mais larga que uma tampa de esgoto, estas visitas fazem-se em dias de fim-de-semana.
A fila de espera é longa, tendo eu tido que me meter na mesma duas horas antes da abertura (que por acaso aconteceu duas horas depois não porque fosse esse mesmo o horário previsto de abertura mas sim porque a abertura atrasou-se mais de uma hora e ainda tivemos que ouvir uma senhora toda imperativa a dizer que quem não estivesse na fila até à hora tal não iria poder entrar, o que é condenável quando eles próprios se atrasaram).
Curiosamente, eu fiz esta visita não agora que estou a viver em Lisboa mas sim em 2015 quando vivia ainda em Coimbra, tendo-me deslocado de propósito a Lisboa para poder fazer esta visita (mas que aproveitei para fazer outras coisas também).
Seguem-se as fotografias:
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
O Parque Florestal de Monsanto
Lisboa é conhecida por ser uma cidade com poucos espaços verdes que se possam usufruir, no entanto, um quinto da área do concelho de Lisboa é ocupada pelo parque florestal de Monsanto, um imenso espaço verde que é conhecido como o "pulmão de Lisboa". No passado era um monte onde se cultivavam cereais e se moíam os mesmos, tendo sido também utilizado como pedreira (a região de Lisboa é dos poucos locais em Portugal Continental onde se podem encontrar rochas vulcânicas). No século XX procedeu-se à reflorestação após o abandono dos campos e dos moinhos.
Neste parque há o Centro de Interpretação de Monsanto, onde é possível ver as diversas espécies animais e vegetais que povoam o parque, assim como informações e imagens do processo de reflorestação.
Seguem-se links com fotografias do parque:
terça-feira, 15 de novembro de 2016
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
Aproveitar a oferta cultural: a Fundação Calouste Gulbenkian
Para além da importância desta fundação no panorama cultural deste país, mesmo que reduzida após a extinção das actividades de bailado, com espaços museológicos ao longo do perímetro do espaço da fundação, têm também os edifícios desta fundação um redor ajardinado que é o espaço verde dentro da cidade (exceptuando o Parque Florestal de Monsanto) onde mais facilmente se pode tirar uma fotografia no meio do mesmo e enganar-se a pessoa que depois a vê e fazê-la pensar que se está no meio de uma floresta qualquer.
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