domingo, 23 de janeiro de 2022

Aproveitar a oferta cultural: a Brisa Galeria

Por vezes acontece encontrarem-se espaços culturais quando menos se espera ou, neste caso, quando se está a sair de um para se ir a outro e se encontra um terceiro pelo caminho do qual nunca se tinha ouvido falar. 

Foi este o caso da Brisa Galeria, mais um daquele tipo de galerias que tenho andado a descobrir e a visitar nos últimos tempos.



quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

Aproveitar a oferta cultural: a Galeria Cisterna

Em mais uma exploração às galerias de arte em Lisboa, eis que finalmente consegui visitar a Galeria Cisterna, em frente à qual já passei tantas vezes mas nunca em horário de abertura. Calhou desta vez acontecer. E, pelos vistos, e de acordo com a pessoa presente no espaço, parece que já foi mesmo uma cisterna no passado, pese embora da rua pareça apenas mais uma porta de rés-do-chão.







terça-feira, 18 de janeiro de 2022

Aproveitar a oferta cultural: a Galeria São Mamede

Uma coisa que comecei a explorar ainda antes desta pandemia e assim tem continuado são as galerias espalhadas por esta cidade de Lisboa fora, umas públicas, outras privadas, umas mais comerciais e outras menos.

De entre essas galerias privadas com propósitos comerciais mais vincados, ao ponto de o preço das obras de arte aparecerem na própria descrição das obras (e não há mal nenhum nisso), descobri mais uma que quase passa despercebida da rua, como quase todas, apesar de situada num rés-do-chão.




quinta-feira, 13 de janeiro de 2022

Coisas que se vêem por cá: o pastel de nata... húngaro?

Há casos em que se encontra matéria para esta rubrica onde menos se espera. Neste caso, num café pelas minhas viinhanças no qual sou cliente frequente (até porque é dos poucos que aceita pagamento com cartão de subsídio de alimentação do trabalho).

Mas, mesmo assim, de vez em quando encontram-se novidades. Como foi este o caso de um pastel de nata com parte dele coberto com chocolate, a fazer lembrar os biscoitos húngaros.