quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Coisas que se vêem por cá: o pastel de nata recheado com brigadeiro

Não, isto não foi visto e provado em nenhum daqueles cafés dentro da cidade de Lisboa que para se fazerem notar inventam coisas a partir dos pastéis de nata (na maior das vezes apenas para os estragar). Isto foi visto e provado num simples estabelecimento dentro do mercado do Forte da Casa,  que qualquer semelhança com o Mercado da Ribeira é pura coincidência, e de todas as invenções a partir do pastel de nata esta até é das mais bem conseguidas.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Aproveitar a oferta cultural: a Biblioteca Nacional

E agora que acabaram de ler o título, estão a pensar sobre o porquê de se colocar uma biblioteca num artigo sobre a oferta cultural quando bibliotecas, pequenas ou grandes, há em muitos outros locais sem ser na capital, e por isso qual o motivo para se destacar uma oferta que pelo seu próprio conceito é oferta cultural.
Poderia fazer uma resenha histórica e escrever sobre o quanto o conceito de biblioteca era muito diferente no tempo da histórica Biblioteca de Alexandria, que na verdade mais se aproximava mais àquilo que hoje se designa por universidade, mas não é isso que se pretende com este artigo.
É que esta biblioteca para além de ser um espaço no qual se consultam livros (infelizmente fiquei surpreendido ao ter sabido que se paga para isso) é também um espaço no qual se fazem exposições temporárias.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Aproveitar a oferta cultural: o Museu da Saúde

Aberto num espaço algo escondido do Hospital dos Capuchos, pelo Campos dos Mártires da Pátria, fica o Museu da Saúde. Este museu apenas está aberto às quartas-feiras e tem entrada livre.


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Aproveitar a oferta cultural: o Aqueduto das Águas Livres

Não poderia deixar acabar o ano de 2018 sem aproveitar para visitar mais um espaço musealizado da EPAL, o núcleo do Museu da Água no Aqueduto das Águas Livres, e assim aproveitar as entradas livres nos fins-de-semana de 2018.
Este foi uma obra que custou uma fortuna a ser feita mas que pelos vistos ficou bem feita: aguentou o terramoto de 1755.