quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Jornal "Notícias do município"

Mudança de concelho, entre muitas outras coisas, pode significar também mudança na imprensa gratuita municipal recebida na caixa do correio. 
Neste caso, tendo em conta que se trata de um número publicado após eleições autárquicas, para além do habitual neste tipo de publicações (notícias de eventos no concelho e obras da autarquia, por exemplo) estão noticiados os resultados destas eleições no concelho de Vila Franca de Xira e as composições dos diversos órgãos autárquicos.


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Aproveitar a oferta cultural: o Centro Interpretativo do Forte da Casa

O primeiro artigo que escrevo sobre o aproveitamento da oferta cultural após me mudar para o Forte da Casa é exactamente sobre um espaço existente no Forte da Casa. 
Esse espaço é o Centro Interpretativo do Forte da Casa, situado naquilo que resta do... Forte da Casa (o forte que deu o nome à terra). Este espaço integra-se na Rota Histórica das Linhas de Torres e no mesmo é possível conhecer-se para além da origem do nome da localidade como era o forte após a sua construção, e o contexto no qual o mesmo foi construído.












terça-feira, 28 de novembro de 2017

Lisboa barata XXIII

Passar a viver mais longe do local de trabalho tem os seus contras, principalmente quando se passa a viver a uma distância com a qual passa a ser necessário ir para o trabalho de carro ou nos transportes públicos (e no meu caso não há a possibilidade de usar o metropolitano). No entanto, também por vezes nesta situação se consegue encontrar um pró. 
E neste caso o pró é passar a ter a possibilidade de no percurso entre casa e trabalho para num local onde posso comer um pastel e beber um café por 1,30€. Mas o melhor não é o preço em si mas sim a possibilidade de esse pastel ser um pastel de Tentúgal.

 

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Procurar um espaço só para mim

Eu não tinha problemas em partilhar um apartamento com 3 outras pessoas bem perto do local de trabalho já que a renda estava abaixo daquilo que se vê no arrendamento de outros quartos na Portela e podia ir a pé para o trabalho nos dias em que não posso levar o carro para o estacionamento da empresa por ainda não ter tempo de casa suficiente para poder ter estacionamento permanente. No entanto, a entrada de outras pessoas na casa trouxe problemas ao nível da limpeza da casa, acabando eu por ouvir também dos meus senhorios sobre a falta de limpeza na casa.
Perante isto, e tendo em conta que já na casa partilhada onde vivi anteriormente também acabou por haver alguns problemas fruto da vinda de gente com menos respeito pelos outros que partilham a casa, e tendo sabido que o programa Porta 65 foi alargado para até aos 35 anos, acabei por decidir procurar um espaço para mim só.
Já sabia que, tendo em conta os preços praticados à volta do aeroporto (e muito além das proximidades deste), iria muito provavelmente ter que passar a utilizar transportes para ir para o trabalho e voltar. O que não antevia era a dificuldade em encontrar um espaço mesmo indo para locais a quase 30km do local de trabalho.
Para além dos preços junta-se a quantidade de pessoas a procurar o mesmo e os pedidos de fiadores, algo que até aqui julguei apenas existir nos casos de empréstimos para a compra de habitação e não julguei possível sequer de existir no caso dos arrendamentos.
O facto de a família viver em Coimbra não ajuda nada quando se tem que competir com pessoas que têm esses familiares que podem servir de fiadores a viverem em distâncias bem mais próximas, e que desse modo podem acordar com os senhorios as condições de forma muito mais célere.
Ao fim de mais de um mês lá consegui então encontrar um T1 no Forte da Casa, localidade no concelho de Vila Franca de Xira a cerca de 20km de Lisboa. Infelizmente isto aconteceu mesmo antes de eu entrar em férias, o que é irónico uma vez que comecei a ver casas para mim quando faltava mais de um mês para as férias exactamente para evitar fazer tudo em cima das férias, julgando vir a demorar bem menos tempo.
Pago um mês e meio de renda e uma caução duplicada por não ter fiador, passei para a fase seguinte (e não menos cmplicada): preparar a casa para estar pronta a habitar assim que voltasse das férias, já que teria que deixar o quarto onde estava ao fim de menos de 2 dias após regressar de uma viagem intercontinental. O contrato de fornecimento de água foi-me recusado por o ter tentado fazer antes de o mesmo entrar em vigor, pelo que quando voltei das férias a casa ainda não tinha água. Os contratos de luz e gás implicavam visitas de técnicos a casa que só seriam possível alguns dias após ser feito o contrato, coincidindo caso o fizesse antes das férias com o período no qual iria estar ausente do país, o que o tornou impossível de fazer antes de partir de férias. Felizmente a luz nunca chegou a ser cortada desde a saída dos inquilinos anteriores, mas o gás estava já cortado.
Depois colocou-se a questão do mobiliário: casa apenas tinha uma cama de casal sem colchão, sofás (uma grande e dois pequenos) e uma escrivaninha. Felizmente há websites de compra e venda de produtos em segunda mão, o que facilitou um pouco os custos, comprando novos apenas os elementos de menor valor.  
Mas o mais doloroso para as finanças foram (e ainda são) os electrodomésticos. O facto de ser de Coimbra e de lá existir uma loja outlet de uma cadeia de lojas de electrodomésticos, havendo entre os artigos vendidos artigos com desconto por terem algumas inconformidades (riscos, falta de caixa, pequenas amolgadelas, etc.) possibilita também a aquisição de artigos a um preço por vezes de pouco mais de metade do preço normal, sendo o custo do transporte e entrega dos artigos maiores igual quer seja para o outro lado da rua quer seja para o Algarve. Mesmo assim o custo ainda é assim elevado.
Neste momento aguardo apenas pela máquina de lavar roupa para me ser entregue em casa.
Já em relação à distância entre casa e trabalho não há muito a fazer: ou se vai de carro ou se vai nos transportes públicos. Para já vou de carro no primeiro mês para ver se me compensa ou não ter passe.

domingo, 15 de outubro de 2017

Lisboa barata XXII

O que de melhor pode acontecer num dia em que se vai fazer uma visita combinada a uma casa com arrendamento anunciado, se tem uma hora marcada, e chegada essa hora se liga, como combinado, a informar que já se está à porta, para nos dizerem que não se encontram presentes porque já arrendaram a casa a alguém e entretanto saíram? Ir-se a passar à frente de um mini-mercado próximo de casa mas ao qual não se deu nunca muita atenção, entrar-se para se comprar alguma coisa para o jantar e descobrir-se que já se está na hora de uma "happy hour" com bolos a 0,60€.


domingo, 3 de setembro de 2017

Aproveitar a oferta cultural: o Padrão dos Descobrimentos

Este é outro dos espaços em Lisboa que passaram a ter entrada livre aos domingos até às 14:00 para residentes em Portugal, e por isso tratei de o aproveitar para finalmente o visitar.
Aquilo que as pessoas geralmente procuram quando visitam este espaço é subirem ao topo do mesmo para se colocarem a tirar fotografias e ficam-se por aí. No entanto, neste monumento há um piso subterrâneo no qual se fazem por vezes exposições, e o meu maior motivo para visitar este espaço foi mesmo essa exposição.
















quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Lisboa barata XXI

Aqui na Portela descobri recentemente um café, que por acaso não é bem uma descoberta por se tratar do mesmo que já neste blog relatei ter uma miniatura e um café a 1€, no qual entre as 19:00 e as 20:00 na compra de cada 2 bolos apenas se paga um. Estes dois que estão na fotografia, ou melhor, o um e alguma coisa que estão na fotografia, já que só depois de estar quase a acabar o primeiro é que me lembrei de tirar uma fotografia para colocar neste blog, custaram assim 0,90€.


quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Aproveitar a oferta cultural: o Museu da Cerveja

Este não é exactamente um espaço museológico. Ou melhor: é e não é. Confusos? Compreendo.
Passo então a explicar: Museu da Cerveja é um estabelecimento de restauração que se situa na ala nascente da Praça do Comércio, vulgo Terreiro do Paço. Este estabelecimento tem como sua função predominante o ser um espaço de restauração, com a particularidade de pagando-se 5€ se poder visitar um espaço que têm no qual se expõem garrafas e copos de marcas de cerveja não só portuguesas mas também de outros países da CPLP, sendo também disponibilizada informação sobre o consumo de cerveja ao longo dos tempos em Portugal, sobre as diferentes marcas, assim como também há uma reconstituição de uma cervejaria num mosteiro.
Os 5€ pagam-se num balcão existente junto de uma das entradas do estabelecimento, sendo quem recebe o pagamento e emite o recibo a mesma pessoa que vende as recordações. Para além da visita ao espaço expositivo, os 5€ dão direito a uma cerveja servida num copo com aparência de ser de meio litro mas que na verdade tem 0,30l.