quinta-feira, 28 de abril de 2022

Aproveitar a oferta cultural: o Museu da Dermatologia

Este é mais um daqueles espaços que muitas vezes os lisboetas (ou melhor será dizer, lisbonenses) que vivem nas vizinhanças nem imaginam que exite. Muitos espaços há que, nesses casos, até estão relativamente bem identificados vistos de fora, mas as pessoas não dão por eles.

Não é nada o caso de um dos museus mais misteriosos em Lisboa, o Museu da Dermatologia. Ao contrário do seu vizinho Museu da Saúde, que também passa algo despercebido mesmo para quem está no Hospital dos Capuchos mas tem ao menos telas a indentificá-lo. Mas nem é esse o caso deste museu que também se situa no interior do Hospital dos Capuchos. Não há qualquer elemento identificativo exterior na rua nem dentro do próprio hospital. É também, muito provavelmente, o museu mais pequeno na cidade, ocupando tão só uma sala adjacente a um claustro dentro do hospital, e pelo qual passam camas.

A temática do mesmo também pode levar a alguma distância das pessoas em relação ao museu, uma vez que nem todos conseguem os moldes em cera de partes do corpo de pessoas com doenças na pele (muitas vezes apenas a parte visível exteriormente de maleitas mais profundas no corpo).

No corredor do hospital e referidos claustros estão também expostas imagens de um tempo em que este edifício não era ainda um hospital.



 

domingo, 24 de abril de 2022

Aproveitar a oferta cultural: a Casa da Liberdade Mário Cesariny e a Perve Galeria

Situado bem na Alfama profunda (entenda-se, arruamentos onde um carro pequeno passa com dificuldade) fica este espaço cultural 2 em 1, uma vez que num dos edifícios fica a Casa da Liberdade Mário Cesariny e no edifício ao lado fica a Perve Galeria. 

E 2 ou 1 porquê? Porque apesar de ambos os espaços ficarem em edifícios contíguos mas diferentes, estão estes estaços institucionalmente ligados e até há uma ligação no seu interior entre os dois, com exposições contínuas entre os dois espaços.