Este é mais um daqueles espaços que muitas vezes os lisboetas (ou melhor será dizer, lisbonenses) que vivem nas vizinhanças nem imaginam que exite. Muitos espaços há que, nesses casos, até estão relativamente bem identificados vistos de fora, mas as pessoas não dão por eles.
Não é nada o caso de um dos museus mais misteriosos em Lisboa, o Museu da Dermatologia. Ao contrário do seu vizinho Museu da Saúde, que também passa algo despercebido mesmo para quem está no Hospital dos Capuchos mas tem ao menos telas a indentificá-lo. Mas nem é esse o caso deste museu que também se situa no interior do Hospital dos Capuchos. Não há qualquer elemento identificativo exterior na rua nem dentro do próprio hospital. É também, muito provavelmente, o museu mais pequeno na cidade, ocupando tão só uma sala adjacente a um claustro dentro do hospital, e pelo qual passam camas.
A temática do mesmo também pode levar a alguma distância das pessoas em relação ao museu, uma vez que nem todos conseguem os moldes em cera de partes do corpo de pessoas com doenças na pele (muitas vezes apenas a parte visível exteriormente de maleitas mais profundas no corpo).
No corredor do hospital e referidos claustros estão também expostas imagens de um tempo em que este edifício não era ainda um hospital.
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