Muito tenho referido nas minhas publicações neste blog o facto de nos últimos anos terem aberto muitas galerias na cidade de Lisboa. No entanto, não é só na capital que se dá este fenómeno, e nem é a capital caso único na sua área metropolitana.
Um bom exemplo disso é o número de galerias que se podem ver dentro das muralhas da Cidadela de Cascais. Estas são do tipo de galerias que juntam à sua função expositiva a função comercial. Ou seja, junto a cada uma das obras aparece o preço que a compra da mesma custará, o que não acontece em muitas galerias.
O exemplo em causa nesta publicação é a Galeria Rogério Timóteo, cujo nome diz respeito não à propriedade da galeria (desconheço se será propriedade sequer da pessoa a quem é dado o nome) mas ao próprio autor das obras expostas.

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