Oitavo dia de estado de emergência e oitavo dia a fazer compras só para poder fugir um pouco às restrições do mesmo. Desta vez decidi ir ao Continente do Centro Vasco da Gama, que como não é um grande desvio no meu percurso entre casa e trabalho pode ser que convença as autoridades, caso abordado.
Aquelas coisas que foi preciso entrar-se em estado de emergência para serem informadas, sem que nem deveria o ser necessário informar com ou sem estado de emergência.
Mesmo com os lugares disponíveis devido ao estado de emergência, o Zé Tuga tem que estacionar em segunda fila.
O IC2 quase sem veículos de passageiros e com um outro pesado de mercadorias.
Entrada no Parque das Nações.
Eles andam aí (os polícias)!
A Avenida D. João II entre a Gare do Oriente e o Centro Vasco da Gama.
Aquele prazer indescritível de poder estacionar o carro numa zona vermelha do estacionamento pago da EMEL num dia útil sem ter que pagar!
Sinceramente, tendo dúvidas sobre se manter uma fila com aquela configuração é boa ideia para prevenir o contagiar do vírus.
Percebe-se que o Parque das Nações é uma zona com um nível de vida elevado quando, para além do que é já do senso comum, se verifica que nem numa situação como a actual os produtos com desconto de aproximação do final do prazo de validade têm saída.
A parte subterrânea da Gare do Oriente. E nem assim deixou de ter pedintes.
Na Avenida de Berlim em direcção ao aeroporto.


































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