Último dia do estado de emergência declarado de 15 dias, já com a sua renovação por mais 15 dias certa. Este é também o meu primeiro dia em "lay-off" total, que se espera que seja por apenas um mês.
Mesmo assim, tive que ir ao meu local de trabalho buscar o material que posso vir a necessitar de ter em casa para o caso de após o "lay-off" ter que reiniciar o trabalho em casa. O que acabou por também ser uma oportunidade para ir buscar mais sobras de comida através de apps para o efeito, assim como uma oportunidade para visitar o novo Parque Ribeirinho Oriente.
Boa tarde, primeiro dia em "lay-off"!
Um postal que se encontrava no chão e cujas cores, para além de combinarem com a cor do chão é, apesar de o postal ter sido produzido noutra conjuntura, bem representativa da situação actual da companhia aérea.
Novos tempos que fazem a encomenda de sobras pedida ter que passar por uma gaveta destas.
O novo Parque Ribeirinho Oriente. Aquele monumento já lá estava anteriormente ao parque.
A Avenida Infante D. Henrique num dia útil.
A velhice já é lixada e agora sem se poderem sentar nos bancos de rua mais complicada se vai tornar.
O nome deste supermercado até prometia, mas pelos vistos não se conseguiu adaptar a esta nova vida.
Fila para o Minipreço de Moscavide. Se a fila se tornasse ainda maior poderiam sempre serpenteá-la pela estrada sem causar grande incómodos ao trânsito.
Rua de Moscavide pelas 18:00 de um dia útil, onde costumava haver pára-e-arranca.
Medida de distanciamento social pré-coronavirus, como se pode verificar pela data do encerramento.
A Avenida João Pinto Ribeiro, que separa os concelhos de Lisboa e o de Loures, em Moscavide. Também um caso de movimento de trânsito irreconhecível.

































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