Já algo farto de andar pelos mesmos sítios dentro da limitada oferta existente no Forte da Casa e redondezas, eis que decidi mais uma vez aproveitar as borlas nos autocarros para ir a Lisboa dar um passeio ao Jardim Mário Soares, no Campo Grande. Por acaso já tinha passado várias vezes ao lado do mesmo mas nunca tinha entrado no mesmo desde que me mudei para trabalhar em Lisboa há quase 4 anos.
Aproveitei também para ir buscar sobras de estabelecimentos de restauração num estabelecimento na zona, através de uma app concebida para o efeito.
Uma medida profilática na cabine do motorista no autocarro da RL que pelos vistos falhou.
Não estando a Carris a cobrar bilhetes, não poderiam desligar o aparelho para validar títulos de transporte.
Cidade Universitária.
Avenida do Brasil no Campo Grande.
Da eficácia da medida para impedir as pessoas de jogar ténis de mesa.
Aquelas estranhas estátuas de costas para os transeuntes. Talvez no passado o objectivo fosse o de serem visíveis da estrada e não do interior do jardim. Talvez!
Jardim que em certas parte faz notar a ausência de pessoas, noutras nem por isso, e noutras até seria desejável que se notasse a ausência de pessoas.
Estou sempre a tentar manter o distanciamento em relação a pessoas de grupos de risco, mas estes nem sempre facilitam.
As já habituais medidas preventivas nas superfícies comerciais.
Avenida das Forças Armadas.
Avenida das Forças Armadas com a Avenida dos EUA.
Praça de Aeroporto, vulgo Rotunda do Relógio.



































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