terça-feira, 28 de abril de 2020

Estado de emergência, dia 40

Depois de um fim-de-semana de 25 de Abril passado a limpar a casa mais profundamente que o habitual e de um domingo em que a única actividade fora de casa foi ler um livro num relvado, livro editado em 1994 mas com um título mais actual que nunca desde o final da Segunda Guerra Mundial, já agora, "O fascismo que se avizinha", eis que decido a uma segunda-feira aproveitar um dos últimos dias com transportes públicos gratuitos.
Desta vez foi a vez de ver como estava o Parque das Nações, podendo confirmar que não havia uma grande falta de gente onde havia relvado e sombra. A saída do Parque das Nações deu-se por Sacavém, pela margem sul do Rio Trancão.


Uma loja que se lembrou de fazer os clientes terem que colocar sacos de plástico nas mãos. Algo muito prático, sem dúvida!




Nada que se compare a golfinhos em Trieste ou águas cristalinas em Veneza, mas não sei se estas aves estariam assim tão descansadas sem o confinamento dos seres humanos que assim não as perturbam.


Aqueles serviços essenciais que têm que estar abertos durante o estado de emergência.













































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