Finalmente acabou a restrição nas deslocações entre concelhos, mas é sabido que a polícia vai continuar a fazer operações stop exactamente nas horas das deslocações pendulares para quem ainda tem que trabalhar, obrigando os condutores, mesmo quando vão sozinhos, a ter que estar a abrir o vidro e se sujeitar a ser contagiado com o coronavirus por parte do agente da autoridade que poderá anteriormente ter interagido com um infectado. Assim sendo, pese embora a drástica redução nos horários dos autocarros da RL, decidi deslocar-me nos transportes públicos. Desta vez, a minha deslocação vai ser motivada pelo ir buscar sobras de um estabelecimento de restauração em Benfica que encomendei através de uma app para combate ao desperdício alimentar.
Porque as pessoas de grupos de risco podem continuar a socializar. Só vão ter é que falar mais alto.
Quando na espera pelo autocarro se reforça o sentimento de que foi uma boa ideia ter escolhido ir nos transportes públicos.
Depois de muita da distância entre o Forte da Casa e Lisboa se ter feito com o autocarro cheio devido à redução de horários, e logo não se ter podido manter o distanciamento social, eis que finalmente se tem espaço para se manter esse distanciamento, nem que para isso se vá em pé por opção.
Chegada à paragem terminal no Areeiro e altura de apenhar um outro autocarro, desta vez da Carris, para ir até à Alameda D. Afonso Henriques.
Novo aviso nos autocarros da Carris. É ver é se não fazem o mesmo que a RL e suprimem horários que tornam impraticável este cumprimento.
Alameda D. Afonso Henriques sem ter a água a correr na fonte.
Movimento nas ruas de Benfica.
E também desta vez se deu o caso de ir ao supermercado fazer compras para ver como está a ser aplicado o distanciamento social.
Estando o Parque Silva Porto, popularmente conhecido como Mata de Benfica, aberto, decidi ir visitar o mesmo.
Decidi continuar pela Estrada de Benfica e entrar já em São Domingos de Benfica para depois me meter no autocarro em Sete Rios.
Chegado de novo à Alameda D. Afonso Henriques, eis uma caminhada pela Avenida Manuel da Maia até à Praça de Londres e depois ao Areeiro.
Com este tempo, torna-se impossível cumprir com o distanciamento social. E também a polícia deve ter desistido de andar a mandar parar todos os condutores.








































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